ONG pede à nova comissária de Direitos Humanos firmeza contra China e Rússia

Nova York, 4 ago (EFE).- A organização não-governamental UN Watch recomendou hoje à sul-africana Navanethem Pillay, nova alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, que seja firme e enérgica em suas críticas a países como China e Rússia, onde se cometem abusos desses direitos fundamentais.

EFE |

Em um estudo de 49 páginas, a ONG americana analisa o recém-finalizado mandato da canadense Louise Arbour à frente do alto comissário da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), e faz uma série de recomendações à sua sucessora.

"A nomeação de Pillay é uma oportunidade para refletir as necessidades, responsabilidades e prioridades de uma posição internacional que está na primeira linha de defesa da idéia dos direitos individuais universalmente garantidos", diz a ONG.

Pillay foi designada para o novo cargo em 24 de julho, por um período de quatro anos. Quatro dias depois da indicação feita pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ela acabou aprovada por aclamação pela Assembléia Geral.

A sucessora de Arbour também é jurista, tem 67 anos, e foi ativista contra o regime do apartheid de seu país. Além disso, fez parte do Tribunal Penal Internacional (TPI).

"O responsável dos direitos humanos da ONU não tem o poder das armas nem o econômico", afirma a ONG, que ressalta a Pillay que sua principal missão será atuar como "única voz da moral a lutar contra todas as violações dos direitos humanos no mundo". EFE emm/ab/dp

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