OMS, FAO e OIE insistem em que é seguro comer carne de porco

Genebra, 7 mai (EFE).- A Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE) reiteraram hoje que o consumo de carne de porco bem cozida ou de derivados bem processados é seguro e não pode transmitir a gripe suína.

EFE |

Diante de recentes informações divulgadas pela imprensa, a OMS, a FAO e a OIE reiteraram assim seu comunicado conjunto emitido em 30 de abril no mesmo sentido, a fim de "evitar qualquer má interpretação".

As organizações afirmam que "não se conhece que os vírus da gripe seja transmitido às pessoas ao comer carne de porco processada ou outros derivados".

Acrescentam que "os tratamentos de calor usados comumente para cozinhar a carne (a 70º) deixarão inativos imediatamente qualquer vírus que possa estar potencialmente presente em produtos de carnes cruas".

Finalmente, afirmam que "a carne de porco e derivados, manuseados de acordo com as boas práticas de higiene recomendadas pela OMS, pela Comissão de Código Alimentício e pela OIE, não serão fonte de infecção".

No entanto, as três organizações pedem às autoridades e aos consumidores que garantam que a carne de porcos doentes ou de porcos que tenham sido encontrados mortos não seja usada para o consumo humano em nenhuma circunstância.

O comunicado conjunto das três organizações coincide com a declaração feita hoje à Agência Efe pelo especialista em Segurança Alimentar da OMS, Peter Ben Embarek, garantindo que o consumo de carne de porco cozida e em forma de embutidos não expõe, sob nenhuma circunstância, o consumidor a contrair o vírus da gripe suína. EFE vh/an

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