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Olmert diz que Israel não vai tolerar anarquia de colonos

Jerusalém, 2 nov (EFE).- Israel não aceitará a anarquia dos colonos, declarou hoje o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, depois que no sábado um novo episódio de violência foi registrado entre soldados e grupos de lavradores.

EFE |

O Governo criará uma equipe especial para fazer os colonos cumprirem a lei, já que, no momento, "os agitadores são postos em liberdade antes de pagar o preço por seu intolerável comportamento", disse Olmert na manhã deste domingo, depois de se reunir com seu gabinete em casa, em Jerusalém.

"Há um grupo, não tão pequeno, que está se rebelando e criando a anarquia", declarou Olmert ao fim da reunião, após a qual também lembrou que a lei existe para "ser cumprida", segundo o site do jornal "Yedioth Ahronoth".

Para Olmert, "a maioria dos cidadãos (colonos) na Cisjordânia são residentes que cumprem a lei, amam a terra e o povo".

"Temos muito respeito e apreço por estes. Mas há um grupo que enlouqueceu, que ataca os oficiais da Polícia e das forças de ordem, e não vamos aceitar isso".

Os ataques de grupos de colonos a patrulhas do Exército israelense se repetiram nas últimas semanas, nas quais o Governo cobrou da Polícia, do Exército e do Judiciário medidas firmes para acabar com esta situação.

Ontem, dois soldados da Guarda de Fronteiras que faziam a segurança de famílias palestinas na cidade cisjordaniana de Hebron ficaram levemente feridos ao serem atingidos por pedras jogadas por colonos judeus.

Também no sábado, o ministro da Defesa israelense, Ehud Barak, disse à noite que os colonos "extremistas" estão tentando "menosprezar a autoridade do Estado e sua habilidade de impor a ordem", situação que classificou como "extremamente grave". EFE aca/sc

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