Obama vai à Polônia para o funeral do presidente Lech Kaczynski

Washington, 13 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, viajará à Polônia neste sábado para participar do funeral do presidente polonês, Lech Kaczynski, e sua esposa, María, que faleceram em um acidente de avião neste sábado.

EFE |

Obama viajará à Cracóvia para expressar suas condolências. A viagem também levará o "apoio ao povo polonês, em nome do povo americano", destacou o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs,.

O presidente americano pediu hoje um minuto de silêncio em honra às vítimas do acidente aéreo ocorrido no sábado durante o discurso com que abriu as sessões plenárias na Cúpula de Segurança Nuclear que se encerra esta tarde em Washington.

Kaczynski e sua esposa serão enterrados entre reis no histórico castelo de Wawel, situado sobre uma colina na Cracóvia considerada a Acrópole da Polônia.

Hoje os cidadãos poloneses começaram a visitar a câmara ardente com os caixões do presidente e sua esposa. Eles morreram em um acidente aéreo em Smolensk (Rússia), que também resultou na morte de outras 96 pessoas, muitas delas grandes autoridades institucionais do país.

Na primeira hora da tarde o cardeal Jozef Glemp rezou uma missa extraordinária na catedral de Varsóvia com a participação, entre outros, do presidente interino do país, Bronislaw Komorowski; do primeiro-ministro, Donald Tusk, e dos ex-presidentes Lech Walesa e Aleksander Kwasniiewski.

Anteriormente os membros das câmaras alta e baixa do Parlamento polonês realizaram uma cerimônia em memória de seus companheiros falecidos no acidente - 15 deputados e três senadores-, à qual Jaroslaw Kaczynski, líder da oposição conservadora e irmão gêmeo do presidente, assistiu visivelmente emocionado.

Após a confirmação da morte do chefe de Estado, Obama descreveu o presidente polonês como um "homem de estado distinto que teve um papel chave no movimento Solidariedade". Ele acrescentou que o presidente polonês era "amplamente admirado nos EUA como um líder dedicado a impulsionar a liberdade e a dignidade humana". EFE mv/pb

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