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Obama se diz indignado com assassinato de pessoas ligadas a consulado dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo estar indignado com o http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/03/14/tres+pessoas+ligadas+a+consulado+dos+eua+no+mexico+sao+mortas+9427576.htmlassassinato de três pessoas ligadas ao consulado americano na cidade mexicana de Ciudad Juárez.

EFE |

Os mortos são o marido de uma funcionária mexicana do consulado, uma outra funcionária americana e o marido desta, também americano.

Em comunicado, Mike Hammer, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Obama "oferece condolências" às famílias dos mortos e "condena estes ataques contra pessoal consular e diplomático a serviço de nossas missões no exterior".

O porta-voz disse que as autoridades dos EUA trabalharão "incansavelmente" com as do México "para levar os assassinos à Justiça".

Além disso, diz que Obama "compartilha da indignação do povo mexicano diante dos assassinatos de milhares de pessoas em Ciudad Juárez e em outros lugares do México".

A Embaixada do México nos EUA também condenou o "atroz ato" ocorrido no sábado e reiterou a vontade das agências policiais mexicanas de "trabalhar estreitamente" com seus colegas americanos para punir os responsáveis.

O Departamento de Estado americano emitiu hoje um novo alerta de viagens para o México, que substitui o divulgado em 22 de fevereiro.

No novo aviso, o Departamento de Estado autoriza a saída dos dependentes de empregados americanos nos consulados fronteiriços em Tijuana, Nogueras, Ciudad Juárez, Nuevo Laredo, Monterrey e Matamoros até o dia 12 de abril.

A autorização para sair do México não afeta familiares de americanos enviados para outras áreas do país, explicou a nota.

O Departamento de Estado considera como um "imperativo" que os americanos conheçam os riscos no México, como evitar situações e lugares perigosos, e a quem ligar em caso de emergências.

Desde o início da ofensiva militar ordenada pelo Governo mexicano contra o tráfico de drogas, em dezembro de 2006, estima-se que pouco mais de 17 mil pessoas morreram no México em consequência da luta antidrogas.

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