Obama se diz confiante que Congresso aprovará plano de estímulo

WASHINGTON (Reuters) - O presidente Barack Obama disse, nesta quarta-feira, estar confiante que seu pacote de 825 bilhões de dólares para estimular a economia dos EUA será aprovado pelo Congresso, de maioria democrata, apesar da oposição republicana. Obama disse que é necessária uma ação urgente. O plano democrata foi encaminhado a uma aprovação antecipada na quarta-feira na Câmara dos Deputados, que se mostra bastante dividida.

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"Estou confiante de que nós conseguiremos a aprovação", disse Obama a repórteres no início de um encontro com executivos na Casa Branca, ao ser perguntado se ele poderia contar com apoio republicano para obter a aprovação no Congresso.

Obama afirmou, no início de sua segunda semana no cargo, que está aberto a mudanças ao plano. Trabalhando ao lado de Obama, a Câmara deu início a um dia cheio de debates sobre um dos projetos de lei mais caros jamais considerados pelo Congresso.

A maioria dos republicanos da Câmara planejava opor-se à legislação. Eles devem apresentar um outro plano, o qual se acredita não vingará, que cortaria centenas de bilhões de dólares em gastos previstos pelos democratas e em vez disso proporia uma série de cortes de impostos.

Uma vez que a Câmara dos Deputados vote, a ação passa para o Senado, que está considerando um projeto de lei similar. Os democratas querem apresentar a Obama um projeto de lei que ele possa assinar e transformar em lei até meados de fevereiro.

Obama aproveitou o encontro com líderes empresariais para reforçar o lobby pela aprovação de seu plano econômico, que poderá se tornar a marca do início de seu governo.

"Esses são alguns dos principais CEOs do país... Eles estão na linha de frente em vislumbrar problemas enormes em nossa economia agora", disse ele, ao lado dos empresários sentados em uma mesa.

"As idéias e preocupações deles nos ajudaram a moldar nosso pacote de recuperação, e sou grato de que eles estejam aqui hoje para falar por que é tão importante agirmos e agirmos rápido, de forma a colocar a economia de volta nos trilhos", acrescentou.

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