WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, renovou as sanções contra a Síria, alegando nesta segunda-feira que o país do Oriente Médio apoiava organizações terroristas e buscava armas de destruição em massa e programas de mísseis.

As ações e políticas da Síria "representam uma ameaça contínua e extraordinária para a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos", afirmou Obama em comunicado.

" /

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, renovou as sanções contra a Síria, alegando nesta segunda-feira que o país do Oriente Médio apoiava organizações terroristas e buscava armas de destruição em massa e programas de mísseis.

As ações e políticas da Síria "representam uma ameaça contínua e extraordinária para a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos", afirmou Obama em comunicado.

" /

Obama renova sanções norte-americanas contra a Síria

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, renovou as sanções contra a Síria, alegando nesta segunda-feira que o país do Oriente Médio apoiava organizações terroristas e buscava armas de destruição em massa e programas de mísseis.

As ações e políticas da Síria "representam uma ameaça contínua e extraordinária para a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos", afirmou Obama em comunicado.

Reuters |

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, renovou as sanções contra a Síria, alegando nesta segunda-feira que o país do Oriente Médio apoiava organizações terroristas e buscava armas de destruição em massa e programas de mísseis.

As ações e políticas da Síria "representam uma ameaça contínua e extraordinária para a segurança nacional, a política externa e a economia dos Estados Unidos", afirmou Obama em comunicado.

Ele comentou que o governo sírio "fez algum progresso ao impedir que redes estrangeiras infiltrassem suicidas no Iraque".

O governo Obama tem tentado uma reaproximação com a Síria, que considera crucial para os esforços de paz no Oriente Médio e para estabilizar a recém-nascida democracia no vizinho Iraque.

A medida foi criticada no mês passado, quando um painel no Congresso fez questionamentos em meio às acusações de que Damasco tem procurado armar os militantes libaneses do Hezbollah com mísseis Scud.

"Como informamos o governo sírio diretamente, as ações da Síria irão determinar se essa emergência nacional será renovada ou encerrada no futuro", disse Obama.

(Reportagem de Jeff Mason)

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG