Obama pretende endurecer o controle de armas, diz assessor da Casa Branca

Assunto voltou a ser recorrente no país após o tiroteio em Tucson, Arizona

EFE |

Washington - A Casa Branca pretende empreender uma iniciativa para que o Congresso americano endureça as leis sobre o controle de armas, um assunto que voltou às mesas de debate nos Estados Unidos após o massacre de Tucson, no Arizona, segundo um assessor do presidente Barack Obama.

Em uma entrevista à emissora "NBC", o conselheiro da Casa Blanca David Plouffe assegurou que o presidente tratará do tema nas próximas semanas. "É um assunto muito importante, sobre o qual acho que vai haver debate no Capitólio", indicou. Plouffe concedeu a entrevista para explicar por que Obama não mencionou o assunto na terça-feira durante seu discurso sobre o Estado da União, no qual mencionou a congressista democrata Gabrielle Giffords, ferida no tiroteio de 8 de janeiro.

Segundo o conselheiro, a omissão foi uma tentativa de evitar que a oposição o acusasse de se aproveitar da dor causada pelo massacre, no qual seis pessoas morreram e 14 ficaram feridas. Obama planeja dedicar um discurso inteiro ao tema, provavelmente no início de fevereiro, informou a Casa Branca. A falta de menções ao problema da regulação das armas levou Obama a ser criticado por ativistas, grupos contrários à venda livre de armas e até pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.

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