Obama pede relação estreita com Grã-Bretanha

O virtual candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Barack Obama, terminou neste sábado o seu giro pela Europa e Oriente Médio com uma visita à Grã-Bretanha. Obama disse que a conversa com o primeiro-ministro Gordon Brown foi ótima e declarou que uma relação mais estreita entre Estados Unidos e Grã-Bretanha é fundamental para lidar com problemas globais, como a mudança climática, o terrorismo e crises econômicas.

BBC Brasil |

Barack Obama também agradeceu a população britânica pelo apoio nos conflitos do Iraque e do Afeganistão.

"Eu sei que os soldados aqui na Grã-Bretanha pagaram um preço alto tanto no Iraque como no Afeganistão e eu acho que o povo americano está agradecido por toda a ajuda que foi oferecida", disse Obama.

"A prioridade do primeiro-ministro, assim como a minha, é em estreitara relação transatlântica para resolver problemas que não podem ser resolvidos por nenhum país individualmente."
Discrição
Além da reunião com Brown, Barack Obama também se encontrou com o ex-premiê Tony Blair, hoje enviado internacional para o Oriente Médio, e com o líder conservador David Cameron.

Mas ao contrário do que aconteceu em Berlim, onde Obama fez um discurso para mais de cem mil pessoas, as passagens do presidenciável por Paris e Londres foram mais discretas.

No Oriente Médio, o democrata visitou a Jordânia, Israel e os territórios palestinos.

A viagem foi vista na Europa como um sucesso diplomático, mas Barack Obama enfrentou críticas por tentar se tornar um líder mundial antes mesmo de os eleitores americanos decidirem se o querem como seu presidente.

O próprio Barack Obama não sabia qual será o impacto da viagem para o eleitorado americano, preocupado com a alta do preço dos combustíveis e a crise do setor imobiliário.

"Eu não me surpreenderia se em algumas pesquisas houver uma queda (na preferência dos eleitores) como conseqüência (da viagem). Nós ficamos uma semana fora do país", disse Obama.

"A razão pela qual achei que esta viagem era importante é que estou convencido de que muitas questões que enfrentamos em casa não serão resolvidas tão efetivamente se não tivermos parceiros fortes no exterior."

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