WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conclamou nesta terça-feira a junta militar de Mianmar a libertar de maneira imediata e incondicional a líder democrata da oposição.


Aung San Suu Kyi está sendo julgada desde 18 de maio na penitenciária Insein, norte de Yangun, e pode ser condenada a cinco anos de prisão. O regime militar a acusa de ter violado as restrições da prisão domiciliar por ter recebido em casa, no início de maio, um americano.

Nesta terça, a líder opositora birmanesa negou, em um tribunal, ter violado essas regras. "Não o fiz", respondeu Suu Kyi, 63 anos, ao ser questionada por um juiz na audiência.

Dos últimos 19 anos, a Prêmio Nobel da Paz passou 13 detida, a maior parte do tempo em sua casa às margens do Inya de Yangun. Aung San Suu Kyi é filha do general Aung San, herói da independência birmanesa assassinado em 1947.

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