Obama oferece ajuda para reduzir impacto das chuvas em Dakota do Norte

Washington, 27 mar (EFE).- O presidente americano, Barack Obama, assegurou hoje que sua Administração está preparada para enfrentar as inundações que ameaçam cidades e povos ao longo do rio Vermelho, no estado de Dakota do Norte.

EFE |

Em discurso transmitido aos sábados, o presidente ressaltou que essas enchentes se somam à crise econômica que afeta o país.

"As forças da natureza também podem intervir de uma forma que criam outras crises às quais devemos responder, e responder de maneira urgente", ressaltou.

As inundações também afetaram os estados de Dakota do Sul e Minnesota.

Obama falou ao país horas depois que o leito do rio atingiu níveis não registrados em mais de um século, ameaçando, com suas águas, Fargo, a cidade mais importante do estado, com 92 mil habitantes.

Na quinta-feira à noite, o governador John Hoeven declarou o estado de emergência, e pelo menos 190 famílias de dois bairros de Fargo foram retiradas de suas casas, após ser detectado o rompimento dos diques que protegiam a área mais próxima ao rio.

O Serviço Nacional de Meteorologia disse em comunicado que espera que o nível do rio alcance os 12,5 metros no sábado e chegue a 13 no domingo.

As inundações foram causadas por intensas nevascas, que, com o derretimento, aumentaram o volume das águas sobre terrenos já saturados pelas chuvas das últimas semanas.

Como resultado da situação, "milhares de famílias e lojas estão ameaçadas", afirmou Obama.

O presidente declarou zona de desastre o estado de Dakota do Norte na terça-feira, e ordenou que seja dado apoio federal às autoridades da região.

O governante americano ressaltou que a secretária de Segurança Nacional, Janet Napolitano, está supervisionando os esforços federais, e disse que o Corpo de Engenheiros da Guarda Nacional começou a operar para erguer mais diques de contenção.

Ele acrescentou que hospitais e clínicas estão sendo esvaziados, e que os pacientes estão sendo transferidos a locais mais altos.

No discurso, o presidente pediu aos moradores da região para ficarem atentos, observarem o aumento dos níveis dos rios e seguir as instruções caso seja necessário que deixem a área. EFE ojl/db

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