Obama nomeará amanhã principais cargos do Conselho de Segurança Nacional

Washington, 30 nov (EFE) - O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, nomeará amanhã seu Conselho de Segurança Nacional, que será decisivo na hora de definir as estratégias das Forças Armadas, que, por enquanto, olham com receio e cautela para o novo comandante-em-chefe. A equipe de transição de Obama confirmou hoje em comunicado que o presidente eleito anunciará na segunda-feira em Chicago os principais cargos de sua equipe de Segurança Nacional. A imprensa americana dá como certa a nomeação de Hillary Clinton como próxima secretária de Estado e informa que Robert Gates, o atual titular do Departamento de Defesa, deverá permanecer pelo menos mais um ano no Pentágono. Também é quase certo que James Jones se transformará no conselheiro de segurança. É precisamente a sabedoria de Gates, Hillary e Jones que poderia acalmar as vozes críticas nas Forças Armadas, que durante muito tempo desconfiaram dos democratas e olham com receio e cautela o próximo comandante-em-chefe, quem consideram que não tem experiência militar, disse hoje o jornal The Washington Post. Gates é elogiado tanto por democratas quanto por republicanos e sua nomeação representaria manter à frente do Pentágono um secretário de Defesa que possui amplos conhecimentos sobre os problemas e as ameaças internas e externas. Da mesma forma que Obama, Gates quer enviar mais tropas ao Afeganistão e fechar a prisão de Guantánamo. No entanto, as diferenças poderiam surgir em relação...

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Hillary, por sua vez, é uma política respeitada no Pentágono e é considerada moderada em matéria de defesa. Foi membro do Comitê de Serviços Armados do Senado e estabeleceu boas relações com altos comandantes militares.

Já o general reformado James Jones iniciou no Vietnã uma carreira militar que o levou à Chefia da Infantaria da Marinha e do Comando Supremo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Além disso, teve uma função crucial sob a atual Administração, como enviado especial dos EUA para temas de segurança no Oriente Médio no marco dos esforços internacionais para conseguir um acordo de paz entre palestinos e israelenses. EFE cae/ab/db

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