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Obama nega contato com governador que tentou vender sua vaga no Senado

WASHIGNTON - O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira que não manteve qualquer contato com o governador de Illinois, Rod Blagojevich, acusado de ter tentado vender a cadeira de Obama no Senado, que ficou livre após a eleição presidencial.

Redação com agências internacionais |

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Blagojevich foi detido nesta terça-feira.  Em comunicado, a procuradoria do Estado de Illinois detalhou que o governador, que tem autoridade para escolher o substituto de Obama, foi acusado de receber contribuições em troca de favores políticos, o que significa suborno.

O governador de 51 anos, que está no segundo mandato, foi libertado sob fiança nesta terça-feira. Ele apareceu no tribunal de roupa esportiva e não fez comentários ao depositar a fiança de US$ 4.500 dólares.


Blagojevich é investigado em Illinois / AP

As acusações formuladas contra Blagojevich surgiram de grampos telefônicos feitos com autorização de um juiz, a partir do momento em que Obama renunciou a seu assento.

Microfones colocados no comitê de campanha do governador e em seu telefone permitiram gravá-lo quando disse que a indicação do substituto de Obama era "ouro", e que ele não estava disposto a formular a nomeação "em troca de nada".

O governador também estaria negociando um cargo para sua mulher, Patti. Ele é acusado ainda de ameaçar cortar a ajuda do Estado à companhia proprietária do jornal Chicago Tribune.

Segundo as acusações, o governador exigiu que a empresa demitisse cinco membros de seu conselho editorial em troca de ajuda financeira na venda de um estádio esportivo em Chicago.

O promotor federal Patrick J. Fitzgerald disse que Barack Obama não tem relação ou tinha conhecimento da manipulação do governador de Illinois de "leiloar" seu assento no Senado. As acusações, por hora, se estendem ao governador e a seu chefe de gabinete, John Harris.

Fitzgerald assegurou que Blagojevich considerou dois possíveis candidatos, que não são nomeados, dispostos a pagar entre US$ 500 mil e US$ 1 milhão pela cadeira. "Mas ele queria o dinheiro antecipadamente", acrescentou.

* Com AFP, EFE e BBC
 

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