Obama lamenta atentado na Noruega e oferece ajuda ao país

Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, também manifestou suas condolências e a solidariedade

iG São Paulo |

O presidente americano, Barack Obama, telefonou neste sábado para o primeiro-ministro da Noruega, Jens Stoltenberg, para expressar suas condolências ao povo norueguês pelos atentados de sexta-feira e ofereceu ajuda ao país.

Em comunicado, a Casa Branca informou que o presidente quis transmitir "pessoalmente" a Stoltenberg seus pêsames pelas vítimas inocentes dos ataques "sem sentido" contra um edifício oficial em Oslo e um acampamento de jovens na ilha de Utoya , que deixaram 92 mortos.

Obama ofereceu ao Governo norueguês qualquer tipo de assistência que ele necessite para enfrentar a tragédia e reiterou a "profunda" e "duradoura" amizade entre os dois países.

A Polícia deteve um cidadão norueguês de 32 anos, identificado como Anders Behring Breivik, como suspeito pelos ataques.

ONU

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também conversou por telefone com o primeiro-ministro da Noruega e manifestou suas condolências e a solidariedade das Nações Unidas com os noruegueses após os atentados terroristas de sexta-feira no país.

Ban, que após os ataques disse sentir-se "horrorizado" pelo ocorrido, manifestou neste sábado a Stoltenberg suas "condolências pessoais e de toda a família das Nações Unidas aos familiares e às vítimas dos atentados de 22 de julho", disse seu porta-voz, Martin Nesirky, mediante um comunicado de imprensa.

O Conselho de Segurança do organismo condenou neste sábado os atentados terroristas, que qualificou como um "ato odioso", e enviou suas condolências aos familiares dos mortos, à população norueguesa e ao Governo do país.

O Conselho "reafirma que o terrorismo, em todas suas formas e manifestações, constitui uma das mais sérias ameaças à paz e à segurança internacional". "Todos os atos de terrorismo são criminosos e injustificáveis, qualquer que seja sua motivação", disseram os 15 países-membros do principal órgão de segurança internacional.

Além disso, eles reiteraram sua determinação em "combater todas as formas de terrorismo, em cumprimento com as responsabilidades derivadas da Carta das Nações Unidas".

Por sua vez, o presidente da Assembleia Geral da ONU, o suíço Joseph Deiss, condenou os dois atentados na última sexta-feira e lamentou especialmente que um deles tenha sido dirigido contra um acampamento de jovens.

* Com EFE

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