Obama e Medvedev relançam negociação para tratado de desarmamento

Redação Internacional, 7 abr (EFE).- Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da Rússia, Dmitri Medveded, assinam amanhã um novo tratado de redução de armas nucleares.

EFE |

Embora o marco de negociação tenha sido estabelecido pelos anteriores presidentes, Vladimir Putin e George W. Bush, foram Obama e Medveded que amarraram as pontas do acordo.

2006:.

- 16 julho (São Petersburgo): A cúpula entre os presidentes russo e americano, Vladimir Putin e George Bush, estabelece o marco do diálogo para a substituição do Tratado Start de 1991, que expirou em 5 de dezembro de 2009, por outro acordo bilateral de desarmamento atômico que evite a escalada armamentista no exterior.

2009:.

- 1 abril (Londres): Primeiro encontro entre os presidentes Barack Obama e Dmitri Medvedev, sucessores de Bush e Putin. Ambos concordam em negociar um novo acordo vinculativo de desarmamento em substituição ao Start que tenha medidas de verificação mais rígidas.

- 19 maio (Moscou): Rússia e EUA abrem negociações para o novo acordo de desarmamento nuclear.

- 6 julho (Moscou): Os presidentes Obama e Medvedev acordam uma Mapa de Caminho do futuro tratado, que fixaria entre 1.500 e 1.675 o teto de ogivas nucleares, e entre 500 e 1.000 o de portadores, para cada país.

- 9 novembro (Genebra): Uma centena de especialistas de ambos países iniciam uma fase de diálogo constante para construir a minuta do acordo.

2010:.

- 14 janeiro (Moscou): As delegações russa e americana de desarmamento nuclear que dirigem Anatoli Antonov e Rose Gottemoeller, respectivamente, centram a reunião no armamento estratégico ofensivo.

- 9 março (Genebra): Rússia e EUA começam a última rodada de negociações.

- 24 março: Washington confirma que Praga (República Tcheca) será o palco em 8 de abril da assinatura oficial do novo Tratado.

- 26 março: Os presidentes Obama e Medvedev fecham, em uma conversa por telefone, o novo tratado, que terá vigência de 10 anos, reduzirá as ogivas nucleares a 1.550 por país e limitará a 800 os vetores estratégicos. EFE mjd-doc/dm

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