WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a investigação sobre a tentativa de um atentado com um carro-bomba em Nova York buscará revelar se o suspeito no caso tinha ligações com grupos extremistas internacionais.

Obama disse que a "justiça será feita" em relação ao incidente da noite de sábado, quando um carro com explosivos foi encontrado na Times Square, e prometeu que os Estados Unidos não serão intimidados.

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WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a investigação sobre a tentativa de um atentado com um carro-bomba em Nova York buscará revelar se o suspeito no caso tinha ligações com grupos extremistas internacionais.

Obama disse que a "justiça será feita" em relação ao incidente da noite de sábado, quando um carro com explosivos foi encontrado na Times Square, e prometeu que os Estados Unidos não serão intimidados.

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Obama diz que tentativa de ataque não intimidará EUA

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a investigação sobre a tentativa de um atentado com um carro-bomba em Nova York buscará revelar se o suspeito no caso tinha ligações com grupos extremistas internacionais.

Obama disse que a "justiça será feita" em relação ao incidente da noite de sábado, quando um carro com explosivos foi encontrado na Times Square, e prometeu que os Estados Unidos não serão intimidados.

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WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a investigação sobre a tentativa de um atentado com um carro-bomba em Nova York buscará revelar se o suspeito no caso tinha ligações com grupos extremistas internacionais.

Obama disse que a "justiça será feita" em relação ao incidente da noite de sábado, quando um carro com explosivos foi encontrado na Times Square, e prometeu que os Estados Unidos não serão intimidados.

"Não nos esconderemos com medo", disse.

Faisal Shahzad, de 30 anos, paquistanês naturalizado norte-americano, foi detido na noite de segunda-feira no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, enquanto tentava embarcar para Dubai.

Obama disse que o FBI e agências de investigação interrogaram Shahzad. Obama se tornou alvo de republicanos por permitir que um suposto homem-bomba, a bordo de um avião que ia para Detroit no Natal, fosse interrogado pelo FBI e não por especialistas em inteligência.

Ele disse que a investigação determinará "qual, se alguma, relação este indivíduo tem com grupos terroristas e (a investigação) inclui a coleta de inteligência crítica enquanto trabalhamos para impedir quaisquer futuros ataques."

"Este incidente é outro lembrete sombrio dos tempos nos quais vivemos", disse Obama.

(Reportagem de Steve Holland e Matt Spetalnick)

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