Obama diz que fará "todo o possível" para conter vazamento

Washington, 30 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje que seu Governo "fará todo o possível" para responder ao derramamento de petróleo que começou depois da explosão da plataforma "Deep Horizon" no Golfo do México.

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Washington, 30 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje que seu Governo "fará todo o possível" para responder ao derramamento de petróleo que começou depois da explosão da plataforma "Deep Horizon" no Golfo do México. Obama falou hoje em um ato no Jardim da Casa Branca, depois que o petróleo atingiu o litoral da Louisiana, fato declarado como "catástrofe nacional" nos EUA. Segundo o líder, embora a concessionária da plataforma, British Petroleum, é a responsável pelas tarefas de limpeza e contenção, o Governo dos EUA está "completamente preparado" para cumprir sua parte com o objetivo de atenuar o desastre e proteger o litoral do Golfo, em colaboração com as autoridades locais e regionais. Além disso, ordenou uma avaliação a seu secretário do Interior, Ken Salazar, que será entregue em 30 dias, sobre quais as medidas de segurança adicionais devem ser adotadas para garantir que um acidente deste tipo não volte a se repetir no futuro. Todas as plataformas em operação na região serão submetidas a uma nova inspeção e qualquer nova licença terá que provar que tem todas as garantias, ressaltou o presidente. O Governo americano redobrou os esforços nos últimos dias para enfrentar o desastre, em uma tentativa de resistir às críticas que sua resposta inicial foi demais lenta. Vários secretários do Governo se encontram hoje na área afetada. A Casa Branca anunciou nesta sexta-feira a suspensão das novas explorações petrolíferas no país à espera que dos esclarecimentos das causas da explosão e do afundamento de "Deepwater Horizon". Obama levantou no mês passado a proibição para impedir a realização de novas perfurações para encontrar gás e petróleo com o argumento que é imprescindível para a segurança energética do país. Nesse sentido, o governante declarou hoje que aumentar a produção nacional de petróleo segue fazendo parte de seus planos para a reforma do setor energético, mas ressaltou que deve ser feita de maneira "responsável". EFE mv/dm

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