Obama diz que EUA manterão sua supremacia militar no mundo

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que o país manterá sua supremacia militar, durante um discurso perante a nova promoção dos Marines, aos quais prometeu enviar para a guerra só se for absolutamente necessário.

EFE |

O líder assegurou aos recém graduados da Academia Naval de Annapolis, no estado de Maryland, que dará todo o equipamento que precisarem para realizar sua tarefa, tanto agora como no futuro.

"Em outras palavras, manteremos a superioridade militar americana e faremos com que continuem sendo a melhor força que o mundo já viu", afirmou o presidente em cerimônia da qual participaram cerca de 30 mil pessoas, segundo porta-vozes da Marinha.


Obama discursou em formatura militar / AP

Entre os novos graduados estava Jack McCain, filho do senador republicano e rival de Obama durante as eleições presidenciais do ano passado, John McCain.

O ocupante da Casa Branca assegurou ao jovem McCain e a seus companheiros que enquanto ele for comandante-em-chefe os enviará ao combate apenas quando for "absolutamente necessário e com a estratégia e os objetivos bem definidos, o equipamento e o respaldo necessários" para realizar a tarefa encomendada.

Obama diz que entre essas tarefas está a de colocar fim de forma "responsável" à Guerra do Iraque e a de perseguir uma estratégia nova e ampla para "desmantelar e derrotar" a organização terrorista Al-Qaeda e seus aliados no Afeganistão e no Paquistão.

Destacou que entre as ameaças enfrentadas pelo país está a luta contra redes terroristas, o avanço de tecnologias letais e ideologias que impulsionam o ódio, a pirataria ao mais puro estilo do século 18 e os perigos cibernéticos do século 21.

Obama, antes de viajar para Maryland, promulgou hoje uma nova lei aprovada pelo Congresso americano que busca controlar as despesas em defesa.

O presidente pediu, durante uma cerimônia na Casa Branca, que o desperdício e as despesas injustificadas no setor de defesa são "inaceitáveis", no momento em que o país trava duas guerras e tenta superar uma recessão econômica.

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