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Obama diz esperar novas sanções contra o Irã em semanas

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta terça-feira esperar que novas sanções contra o Irã estejam em vigor dentro de semanas. Minha esperança é de que vamos ter isso pronto nesta primavera (no Hemisfério Norte), disse Obama após um encontro na Casa Branca com o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

BBC Brasil |

AP
Sarkozy e Obama concedem entrevista em Washington

Sarkozy e Obama concedem entrevista em Washington

"Não estou interessado em esperar meses para que um regime de sanções entre em vigor, quero ver este regime em vigor dentro de semanas", afirmou o presidente americano.

Em sua passagem por Washington, Sarkozy e disse que fará "todo o esforço necessário" para garantir "que a Europa como um todo" apóie a imposição de novas sanções para pressionar o Irã a interromper seu programa nuclear.

O presidente francês disse que "é hora de tomar decisões" e que o Irã "não pode continuar com sua louca corrida nuclear".

O Irã já é alvo de uma série de sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança da ONU por conta de seu programa de enriquecimento de urânio.

Os Estados Unidos e outros países temem que o Irã esteja tentando desenvolver armas nucleares secretamente e exigem que o governo iraniano suspenda o programa. O Irã, porém, nega essas alegações e afirma que seu programa nuclear tem fins pacíficos e o objetivo de gerar energia.

Falta de consenso

Recentemente, os Estados Unidos vêm aumentando a pressão para que o Conselho de Segurança aprove novas sanções mais rígidas contra o Irã.

No entanto, Obama reconheceu que ainda não há consenso internacional sobre o assunto. "Nós temos unanimidade na comunidade internacional? Ainda não. E isso é algo em que temos de trabalhar", disse Obama.

Ainda não está claro se a China, um dos cinco países com assento permanente no Conselho de Segurança, apoiaria novas sanções contra o Irã.

O Brasil, que tem uma vaga rotativa no Conselho de Segurança, é contra as sanções e defende o diálogo como melhor forma de garantir que o Irã tenha o direito de produzir energia nuclear e evitar que desenvolva armas atômicas.

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