Obama culpa Al Qaeda no Iêmen por tentativa de ataque a avião

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, atribuiu ao ramo iemenita da Al Qaeda a tentativa de um jovem passageiro nigeriano de detonar explosivos a bordo de um avião comercial no último dia 25.

EFE |

Em seu discurso semanal transmitido aos sábados por rádio e pela internet, cujo conteúdo foi antecipado à imprensa, Obama prometeu fazer tudo o que for necessário para vencer "a guerra contra uma estendida rede de violência e ódio".

O presidente americano afirmou que o jovem nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab filiou-se no Iêmen ao grupo Al Qaeda na Península Arábica.

Obama disse que este grupo "treinou, forneceu os explosivos e incentivou (Abdulmutallab) a atacar esse avião que se dirigia aos Estados Unidos", em alusão ao voo da Northwest Airlines que cobria a rota entre Amsterdã e Detroit no dia 25 de dezembro.

O governante lembrou que a Al Qaeda na Península Arábica perpetrou uma série de atentados, e ressaltou a colaboração dos EUA com o Governo do Iêmen na luta antiterrorista.

Além disso, lembrou que ao assumir como presidente dos Estados Unidos, em janeiro do ano passado, deixou muito claro que seu país "está em guerra contra uma estendida rede de violência e ódio" e que fará "o que for necessário para vencê-los e defender o país".

Obama afirmou que isso foi feito por seu Governo, e que por isso mudou "o enfoque da luta, pondo um fim responsável à Guerra do Iraque, que não tinha nada a ver com os ataques de 11 de Setembro, e aumentando enormemente os recursos na região onde a Al Qaeda realmente tem suas bases, no Afeganistão e Paquistão".

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