Washington, 7 dez (EFE).- O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se mostrou confiante de que o plano de estímulo de seu Governo fará com que os americanos, imersos em uma recessão, saiam da crise mais fortes e competitivos.

Obama fez essas declarações em coletiva de imprensa em Chicago, a sétima desde que venceu as eleições, convocada para apresentar o novo secretário de Assuntos dos Veteranos de Guerra, o ex-chefe do Exército dos EUA Eric Shinseki.

Em seu comparecimento perante a imprensa, lembrou que seu Governo tem planos para lançar um ambicioso plano de estímulo econômico, do qual ainda se desconhece o custo.

Graças a esse plano, "estou absolutamente confiante de que, se dermos os passos corretos nos próximos meses, não só devolveremos a economia o caminho correto, mas emergiremos mais fortes, competitivos e prósperos", disse.

Por isso, segundo Obama, o plano de estímulo que sua equipe prepara "não é desenhado para curto prazo, mas para longo prazo".

Por enquanto, o presidente eleito disse ser preciso ajudar o povo que está perdendo suas casas, seus empregos e, portanto, sua cobertura sanitária, e lembrou que a economia americana perdeu 533 mil empregos em novembro, e quase dois milhões neste ano.

Obama se queixou, publicamente, que o atual Governo de George W.

Bush não está fazendo tudo o que deve para ajudar às pessoas que estão perdendo suas casas devido às execuções hipotecárias.

"Não vimos até agora as medidas agressivas que consideramos que devem ser tomadas. Se o Governo não fizer durante a transição, farei eu depois", disse Obama, que tomará posse em 20 de janeiro. EFE pgp/rr

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