Obama completa 100 dias como presidente dos EUA

Washington, 29 abr (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, completa nesta quarta-feira seus primeiros 100 dias no poder, aos quais chega blindado por uma grande popularidade, mas sob a sombra da gripe suína que se estende pelo mundo.

EFE |

Obama deve viajar no começo da manhã para Saint Louis, no Missouri, onde realizará uma sessão de perguntas e respostas com eleitores, um de seus formatos favoritos para explicar sua mensagem ao público americano.

Às 20h01 locais (22h01 de Brasília), oferecerá na Casa Branca sua terceira entrevista coletiva transmitida pela TV em horário nobre, na qual comentará o atingido nos primeiros 100 dias de mandato.

Recentemente, o presidente americano, que tem uma popularidade de aproximadamente 68%, expressou sua satisfação com a iniciada de uma agenda que considera "sem precedentes" por sua amplitude e rapidez.

Entre outros feitos, Obama conseguiu a aprovação de um plano de US$ 787 bilhões para a luta contra a crise econômica e estipulou as bases para o fim da ocupação do Iraque, além de fixar uma nova estratégia para o Afeganistão e ordenar o fechamento da prisão de Guantánamo.

Quando terminar o dia de hoje, Obama terá participado de onze rodas de imprensa, três delas em horário nobre da TV; apenas Bill Clinton, com 13, e Harry Truman, com 14, ofereceram mais em seus primeiros 100 dias no poder.

Além disso, o presidente americano pronunciou 10 de discursos de grande alcance, entre eles um em Praga para propor um mundo sem armas nucleares.

O presidente também participou de oito sessões de perguntas e respostas com os eleitores e viajou em 13 ocasiões, três delas ao exterior (Canadá, América Latina, e Europa e Iraque), além de ter assinado 13 leis e 19 ordens executivas.

Mas a marca desta quarta-feira terá a sombra da gripe suína, que chegou aos EUA, onde foram detectados mais de 60 casos.

O Governo quis demonstrar que reage com propriedade e, além de oferecer rodas de imprensa diárias, Obama pediu na terça-feira ao Congresso uma verba extraordinária de US$ 1,5 bilhão para enfrentar o problema. EFE mv/mh

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG