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Obama chama libertação de ex-agente líbio de equívoco

Por Matt Spetalnick WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, condenou veementemente nesta quinta-feira a decisão das autoridades escocesas de libertar um líbio condenado pelo atentado de 1988 sobre a cidade de Lockerbie. Para Obama, Abdel Basset al-Megrahi, doente terminal, deveria ficar em prisão domiciliar na Líbia.

Reuters |

O governo dos EUA pressionava para que Megrahi continuasse na prisão, onde cumpria pena perpétua como o único condenado pelo atentado que matou 270 pessoas, 189 delas norte-americanas.

"Nós estivemos em contato com o governo escocês, indicando que nos opomos a isso", disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a libertação.

"Nós acreditamos que foi um equívoco. Estamos agora em contato com o governo líbio, e queremos ter certeza de que, se essa transferência ocorreu de fato, ele não receba boas vindas e sim vá para uma prisão domiciliar", completou Obama durante entrevista a uma rádio.

O governo escocês anunciou nesta quinta-feira que está libertando Megrahi, um ex-agente líbio, porque ele está morrendo de câncer. Megrahi deixou a Escócia em um avião para a Líbia.

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