Obama afirma que mundo tem obrigação de impedir novos genocídios

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta sexta-feira que a comunidade internacional tem a obrigação de impedir novos genocídios, por mais inconveniente que seja tentar.

EFE |

Em entrevista coletiva conjunta com a chanceler alemã, Angela Merkel, após uma reunião bilateral em Dresden, na Alemanha, Obama afirmou que "é preciso atuar quando houver" esses casos.


Obama e Merkel se encontraram na Alemanha / AP

O presidente americano, que esta tarde visitará o campo de concentração de Buchenwald, tinha sido perguntado sobre como se pode aplicar o lema "Nunca Mais" referente ao Holocausto aos eventos na região de Darfur, no Sudão, ou no norte do Sri Lanka.

Obama afirmou que seu governo colabora ativamente para evitar o genocídio no Sudão, onde o presidente Omar Hassan al-Bashir expulsou as organizações humanitárias, e ele mesmo falou sobre a situação em Darfur na quinta-feira com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, que conta com "sólidos laços diplomáticos" no país vizinho.

Viagem pela Europa e Oriente Médio

O presidente americano se encontra na Alemanha dentro de uma viagem pelo Oriente Médio e pela Europa que já o levou à Arábia Saudita e ao Egito. Amanhã, ele viaja para a França.

Esta tarde, Obama visitará Buchenwald, um dos maiores campos de concentração da Alemanha nazista e onde se calcula que cerca de 56 mil pessoas tenham morrido durante a Segunda Guerra Mundial.

Um dos tios-avôs do presidente americano, Charles Payne, fazia parte das tropas que ajudaram a libertar esse campo de concentração.

Obama concluirá sua estadia na Alemanha com uma visita à base militar de Landstuhl, onde cumprimentará as tropas americanas no local e percorrerá o hospital onde são atendidos os feridos nas guerras do Iraque e do Afeganistão.

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