Obama acompanha de perto ação de Bush na OMC, diz assessor

WASHINGTON (Reuters) - O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, deseja uma conclusão positiva da chamada Rodada Doha do comércio global, mas vai analisar com atenção qualquer acordo que for aceito pelo governo Bush, disse um assessor na quarta-feira. O senador Obama acredita que devemos mudar nosso foco dos anos Bush para que haja um verdadeiro foco nos trabalhadores, nos empregos e nos agricultores, e para garantir que melhoremos a qualidade de vida no exterior, disse Jason Furman, consultor econômico do candidato, em nota respondendo a perguntas da Reuters.

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A Organização Mundial do Comércio (OMC) realiza neste mês em Genebra uma reunião ministerial que é considerada pelo diretor-geral da entidade, Pascal Lamy, como a 'hora da verdade' para a Rodada Doha, já que depois disso há consenso de que o calendário eleitoral norte-americano atropelará as negociações.

Furman disse que Obama 'seria cético de qualquer acordo feito pelo governo Bush -- especialmente nos [seus] últimos meses,' mas que considera 'prematuro comentar até que haja um acordo e detalhes para analisar.'

Obama já se manifestou contrariamente a acordos de livre-comércio negociados pelo governo Bush com Colômbia, Panamá e Coréia do Sul. Ele também prometeu renegociar o Nafta (Tratado de Livre-Comércio da América do Norte), aprovado em 1993, durante o governo do democrata Bill Clinton.

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