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Em 2004, a Austrália baniu a pesca em aproximadamente um terço do Parque Marinho da Grande Barreira de Coral ao criar um trabalho de reservas ¿proibido-levar¿ cobrindo cerca de 45.000 milhas quadradas. A iniciativa tinha como opositores muitos pescadores comerciais e esportivos, temerosos de que seus hobbies e sustentos fossem ameaçados.

Eles não precisavam ter se preocupado, de acordo com um estudo de Garry R. Russ da Universidade James Cook, Alistair J. Cheal do Instituto Australiano de Ciência Marinha e outros. Escrevendo para a Current Biology, eles relatam que o número de trutas corais, o grupo de espécies mais desejado pelos pescadores, aumentou rapidamente depois que as reservas foram criadas.

Usando imagens debaixo dágua, os pesquisadores conduziram pesquisas de áreas protegidas e desprotegidas antes do plano ser efetivado e cerca de dois anos depois.

Eles descobriram que não havia alterações significativas nas áreas desprotegidas, mas nas reservas a densidade de trutas corais aumentou em 60% ou mais.

Os pesquisadores dizem que o aumento no número de peixes significa que mais larvas serão produzidas. E como elas podem ser transportadas dos locais atuais para áreas vizinhas desprotegidas, isso é um bom prenúncio para os dois terços de barreiras de corais onde a pesca ainda é permitida.

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