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Presidente Obama pede apoio a projeto de lei para saúde

WASHINGTON - O presidente Barack Obama, admitindo que os americanos comuns estão desconfiados de seu plano de reforma do sistema de cuidados médicos da nação, http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/07/22/obama+aponta+reforma+na+saude+como+fundamental+para+economia+7450910.html target=_topbuscou na quarta-feira convencer o público de que as mudanças irão beneficiá-los e fortalecer economia.

The New York Times |

"A reforma é a respeito de todos os americanos que alguma vez temeram perder sua assistência caso ficassem muito doentes, perdessem ou mudassem de emprego", disse Obama no Salão Leste da Casa Branca, em uma coletiva de imprensa no horário nobre.


Obama concedeu entrevista coletiva na noite desta quarta-feira / AFP

"É a respeito de toda pequena empresa que tem sido forçada a demitir funcionários ou fazer cortes na sua cobertura porque se tornou muito caro. É sobre o fato de que a força motriz maior por trás do nosso déficit federal é o ascendente custo do Medicare e Medicaid", disse.

Obama usou o evento, sua quinta coletiva de imprensa na Casa Branca em seis meses de presidência, para tentar retomar um debate que tem saído de seu controle nos últimos dias.

Com os republicanos e alguns democrata moderados do Capitólio evitando detalhes da legislação em relação ao cronograma estabelecido por Obama para sua aprovação pela Câmara e Senado, a Casa Branca está tentando reunir apoio legislativo e da opinião pública, relacionando o sistema de saúde à economia do país e oferecendo a promessa de benefícios tangíveis aos americanos.

"Se nós não controlarmos estas despesas, não poderemos controlar nosso déficit", ele disse. "Se nós não reformamos o sistema de saúde, suas carências e despesas imediatas continuarão a subir rapidamente." Ele reconheceu que "as pessoas estão desconfiadas e isso é completamente aceitável".

Cerca de 90% dos eleitores americanos já têm assistência médica e a Casa Branca está se dando conta de que persuadi-los a aceitar um projeto ambicioso para dar cobertura a quem não tem é algo difícil.

Na abertura da coletiva na noite de quarta-feira, Obama disse estar ciente de que muitos americanos estão questionando: "O que há nisso tudo para mim?" Mas ele também tentou atrair à consciência da nação, mostrando o assunto como urgente para famílias que estão perdendo suas poupanças tentando pagar por cuidados médicos e para negócios sobrecarregados com a tentativa de prover cobertura a seus empregados.

Se Obama não conseguir uma lei para a reforma do sistema de saúde este ano, o debate se arrastará por 2010 (ano de eleição, quando as acusações partidárias se intensificam em Washington e o progresso legislativo tipicamente desacelera conforme os legisladores se envolvem em suas próprias reeleições).

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