Obama recorre a dois veteranos da Casa Branca

O presidente eleito Barack Obama deu início na quarta-feira à construção de sua gestão mantendo a ambiciosa promessa de levar os Estados Unidos a um novo caminho, enquanto sua vitória aindaremodelava o cenário político americano e surpreendia grande parte do país.

The New York Times |

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Um dia depois de se tornar o primeiro afro-americano a conquistar a presidência , Obama anunciou uma equipe de transição e se preparou para indicar um aliado como seu chefe de equipe na Casa Branca em seus primeiros passos para assumir o poder. O presidente Bush prometeu
trabalhar em conjunto com Obama para garantir uma transição tranquila.

AP

Emanuel: cotado para liderar
equipe de transição

O representante Rahm Emanuel de Illinois, democrata da Câmara e amigo pessoal de Obama de Chicago, recebeu a oferta da posição de chefe de equipe e apesar de ter demonstrado preocupação sobre desistir de seu papel influente no Capitólio e como o cargo afetará sua família, muitos democratas acreditam que ele deverá aceitá-lo. Obama indicou John D. Podesta, ex-chefe de equipe da gestão Clinton, para liderar sua equipe de transição ao lado de Valerie Jarrett, consultora de longa data, e Pete Rouse, seu chefe de equipe no Senado.

Ao se voltar a Emanuel e Podesta, Obama buscou dois dos veteranos da gestão do presidente Bill Clinton, conhecidos por sua profunda experiência em Washington, além de sua postura prática e irrestrita em relação à política. Nenhum deles é considerado um praticante da "nova política" que Obama prometeu na campanha para unir republicanos e democratas, sugerindo que o novo presidente tranquilo e conciliador está determinado a mostrar agressividade desde o início.

Com a eleição para trás, as equipes de Bush e Obama começam o momento delicado de 77 dias de transição.  A General Services Administration ofereceu um escritório de 11,148.36 m² no centro de Washington à equipe de transição de Obama e alguns consultores do novo presidente irão receber passes de segurança interinos.

Além de escolher os membros de sua equipe, Obama precisa decidir quão ativo será na imposição de liderança durante este período. A situação econômica é tão ruim que pode exigir ação imediata de um novo líder, mas os consultores de Obama estão cautelosos em tomar para si as decisões feitas por Bush.

Por PETER BAKER e JEFF ZELENY

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