Obama cresce entre eleitores de Bush, mostra pesquisa

O senador Barack Obama mostra grande força entre parte do eleitorado que manteve o presidente Bush na Casa Branca há quatro anos, uma parcela que, caso continue assim até o dia da eleição, pode ser maior do que a de Bill Clinton em 1992, mostrou a nova última New York Times/CBS News.

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Ressaltando seu fortalecimento na fase final da campanha eleitoral, Obama está à frente do senador John McCain, candidato republicano, entre grupos que votaram para Bush há quatro anos: aqueles com rendas acima de US$50,000 ao ano; mulheres casadas; suburbanos e católicos brancos. Ele também tem grande parte apoio entre homens brancos (um grupo que não vota pelo partido democrata desde 1972, quando as pesquisas começaram a registrar as tendências).

Entre as possíveis preocupações para os estrategistas de Obama, um terço dos eleitores pesquisados diz conhecer alguém que não apoia Obama pelo simples fato dele ser negro.

Os eleitores também estão divididos sobre a habilidade de Obama em lidar com a crise financeira, uma descoberta que acontece depois que os republicanos aproveitaram afirmações do senador Joseph R. Biden Jr.
de Delaware, de que líderes estrangeiros devem testá-lo nos primeiros meses de seu mandato caso seja eleito.

Pesquisas

Em geral, a pesquisa mostrou que Obama derrotaria McCain caso a eleição fosse hoje, com 52% dos eleitores dizendo que votariam no candidato democrata e 39% no republicano.

Entre os eleitores registrados, a divisão é quase idêntica, 51% votariam em Obama e 38% em McCain. Uma pesquisa New York Times/CBS News realizada há uma semana mostrou uma margem similar de vitória para Obama.

A última pesquisa nacional por telefone foi conduzida de domingo a quarta-feira com 1,152 adultos de todo o país, dos quais 1,046 são eleitores registrados. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Para medir o apoio aos candidatos entre blocos eleitorais específicos, o The New York Times combinou dados da última pesquisa com os de uma pesquisa conduzida há uma semana porque alguns dos grupos eram pequenos demais para serem estatisticamente confiáveis.

Por JIM RUTENBERG e MARJORIE CONNELLY

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