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McCain se apropria de tema de Obama e promete dar fim ao rancor partidário

SAINT PAUL, Minnesota - O senador John McCain http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoeseua/2008/09/05/convencao_republicana_termina_com_a_calma_de_mccain_apos_o_furacao_palin_1665044.html target=_topaceitou a indicação republicana à presidência na quinta-feira com a promessa de levar o país para além do rancor partidário e dos interesses próprios num discurso em que diminuiu os ataques a Barack Obama que marcaram as primeiras noites de sua convenção.

The New York Times |

No centro do estádio, cercado por milhares de delegados republicanos, McCain demonstrou que pretende se apropriar do mantra de mudança que Obama declarou ser o motivo de sua conquista da indicação democrata.

"Deixe-me dar um alerta às pessoas de sempre, que não fazem nada, gastam muito e nunca pensam primeiro em seu país: a mudança está chegando", disse McCain.

McCain delineou sua campanha para as eleições gerais. Ele tentou abandonar uma convenção marcada por uma intensa tentativa de reafirmar a base do partido em nome de um apelo ao público mais amplo das eleições gerais que as pesquisas sugerem terem se voltado contra os republicanos e o presidente Bush. Ele invocou, num dos momentos mais emotivos da noite, sua luta como prisioneiro de guerra no Vietnã.


McCain é aplaudido após discursar / Reuters

McCain também retomou seu tema favorito como candidato, que fez parte de sua campanha mal sucedida em 2000: seu preparo político para desafiar seu próprio partido. Ele usou a palavra "lutar" 43 vezes em seu discurso, ao tentar retratar a si mesmo como o insurgente que era antes da primárias, quando tendia à direita.

"Levante, levante e lute", ele disse no final de seu discurso. "Nada aqui é inevitável. Nós somos americanos e nunca desistimos. Nunca desistimos. Nunca nos escondemos da história. Nós fazemos a história".

McCain enfrentou o desafio na quarta-feira de mudar seu foco da base eleitora republicana para o público geral mais amplo das eleições.

Houve pouca menção às questões sociais divisivas quando ele retomou a forma como sempre se apresentava aos eleitores: um iconoclasta disposto a desafiar seu próprio partido. Esta imagem foi modificada este ano durante alguns ajustes do candidato.

"Vocês sabem, eu já fui chamado de político de espírito independente, alguém que marcha ao ritmo de seu próprio tambor", ele disse. "Às vezes isso é dito como elogio; às vezes não. O que isso realmente quer dizer é que eu entendo para quem trabalho. Não trabalho para um partido. Não trabalho para um interesse especial. Não trabalho para mim. Trabalho para vocês".

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