Habilidosa jogadora brasileira segue para liga de futebol americana

A jogadora de futebol brasileira Marta se despediu de seu time sueco Umea IK e deve assinar com o Los Angeles Sol para a nova Liga de Futebol Feminino Profissional. O anúncio pode ser feito na segunda-feira na Suíça, onde Marta é uma das cinco finalistas ao título de jogadora do ano da Fifa.

The New York Times |

AE
Marta foi novamente indicada melhor jogadora
Marta Vieira da Silva, 22 anos, joga pelo Umea IK da Suécia desde 2004, mas rejeitou um novo contrato para aceitar um acordo de três anos e cerca de US$ 1,5 milhão do Sol, de acordo com o Expressen, um jornal diário de Estocolmo.

"Nós estamos quase lá, mas não quero confirmar nada até que o contrato seja assinado", disse Charlie Naimo, gerente geral do Sol, na quinta-feira em uma entrevista pelo telefone diretamente de Chula Vista, Califórnia, onde procurava por estrelas entre as jogadoras da seleção sub-23 dos Estados Unidos.

"Eu diria que há muito dinheiro para ser investido e que um valor de US$ 500 mil ao ano é ridículo. Mas do nosso ponto de vista, estamos cuidadosamente otimistas e gostamos dessa perspectiva", completa.

Marta, criativa e habilidosa canhota que joga confortavelmente tanto no ataque quanto no meio de campo, participou de 45 jogos da seleção feminina brasileira, a última na conquista da medalha de prata da Olimpíada de Pequim, em um jogo que terminou 1 a 0 para os Estados Unidos.

Marta já foi indicada duas vezes como melhor jogadora do mundo pela Fifa e deve conquistar seu terceiro troféu na cerimônia da próxima segunda-feira, em Zurique, na Suíça.

Sua amiga e colega de equipe no Umea, a jogadora Johanna Frisk, 22, também deixou o clube e deve assinar com o Sol, revela Naimo. A liga americana terá sete times e deve começar a jogar em março quando o Sol receberá o Washington Freedom na partida de estreia.

"Eu estou confiante que o acordo ainda não foi fechado, mas parece promissor", disse Naimo. "Estamos no mesmo barco com cinco das nossas jogadoras internacionais: temos acordos verbais, mas até que algo seja assinado, não temos obrigações contratuais", finaliza.

Leia mais sobre: Marta  - futebol

    Leia tudo sobre: new york times

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG