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Exame de resultado rápido não é eficaz em detectar gripe suína , diz estudo

Conforme a gripe suína (http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/04/30/oms+decide+mudar+nome+da+gripe+suina+5867916.html target=_toprebatizada de gripe A H1N1 pela OMS) se expande, muitos médicos e hospitais passam a adotar exames laboratoriais que determinam em alguns minutos se um paciente contraiu o vírus A H1N1. A venda destes exames está aumentando.

The New York Times |

Mas os exames têm uma severa limitação: eles podem gerar resultados imprecisos em mais da metade dos casos em que são usados para detectar a "gripe suína", de acordo com estudos publicados recentemente e especialistas em exames médicos.

A baixa sensibilidade dos testes está se tornando uma preocupação para as autoridades de saúde porque um falso resultado negativo pode levar o médico a não receitar os remédios necessários contra a gripe suína.


Testes rápidos da "gripe suína" no Sistema de Saúde de Lond Island e North Shore

Este também é um dos grandes problemas enfrentados por diretores de laboratórios que se preparam para o que deve ser um grande aumento na demanda por exames no outono e inverno. Diversas companhias de diagnósticos esperam capitalizar com o aumento da necessidade de exames da gripe.

Os exames rápidos "estão deixando passar muitos contagiados pela gripe", disse Christine C. Ginocchio, diretora da divisão de microbiologia, virologia e diagnósticos moleculares do Sistema de Saúde de Long Island e North Shore, Nova York.

Para a gripe sazonal, os especialistas sempre souberam da baixa habilidade de confirmação através de exames rápidos. No entanto, os novos estudos sugerem que os exames não funcionam melhor, e talvez sejam até piores, para descobrir o vírus de influenza causador da "gripe suína", conhecido formalmente como o novo H1N1.

Em um estudo publicado recentemente no Jornal de Virologia Clínica, Ginocchio revelou que um exame rápido detectou apenas 10% das infecções com o vírus da "gripe suína" em relação ao que seria percebido por um exame em laboratório mais sofisticada. Um exame rápido diferente detectou 40%. (Ginocchio é consultora da Luminex, uma companhia que faz exames mais precisos, porém mais lento.)

O Centro de Controle e Prevenção de Doença dos EUA deve publicar seu próprio estudo sobre os exames rápidos em breve. Na semana passada, o órgão atualizou as orientações que pedem que médicos sejam cuidadosos ao confiar em seus resultados.

"Dizemos que é preciso entender as limitações destes exames", disse Dr. Timothy M. Uyeki, autor da orientação de CCPD. "O médico não deve basear sua decisão em tratar ou não apenas com base em um resultado negativo."

Mas alguns doutores dizem que não há nenhum um bom substituto para a simplicidade, velocidade e baixo custo destes exames. Além disso, os fabricantes dos exames afirmam que os produtos são úteis apenas se forem utilizados de maneira adequada. Ainda que um resultado negativo em exame rápido possa não ser confiável, um resultado positivo, pelo menos durante a temporada de gripe, geralmente indica que a pessoa está contagiada.

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