Editorial - Sobre a defasagem da comissão eleitoral

A Casa Branca quer destituir um membro da Comissão Eleitoral Federal por ter pedido eleições claras, enquanto tenta colocar em seu lugar um político cuja especialidade é impedir que eleitores votem. O Senado, que precisa confirmar os indicados, deve insistir que o presidente Bush indique comissários com histórico comprovado na proteção do direito do voto e exigência de eleições honestas.

The New York Times |

Bush está expurgando o atual presidente da comissão David Mason, aparentemente porque ele foi responsável o suficiente para desafiar as maquinações financeiras da campanha do senador John McCain à presidência. Mason chocou seus colegas republicanos ao notificar McCain que ele iria infringir a lei se ao mudar do financiamento público para doações privadas depois de garantir a indicação do partido.

A Casa Branca propôs substituir Mason por Donald McGahn, um guerreiro republicano. Os comissários devem se alinhar a um partido político um dos novos indicados democratas é membro da equipe do senador Charles Schumer de Nova York mas McGahn tem um histórico partidário particular. Ele foi conselheiro de campanha republicano no Congresso e o advogado de ética de Tom DeLay, o ex-líder da maioria da Casa do Texas que deixou a posição sob inúmeras suspeitas.

A comissão de seis membros, que agora tem quatro vagas, se tornou inoperante. Para representar seu papel como juíza das eleições presidenciais a comissão precisa ser completada urgentemente e precisa de comissários com o tipo de profissionalismo mostrado por Mason.

Democratas do Senado devem pedir alguém mais adequado que McGahn, e devem continuar a se opor a Hans von Spakovsky,um indicado terrível com fama de ser um advogado agressivamente partidário do Departamento de Justiça e opositor ao direito de voto das minorias.

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