Editorial - Quando o Natal chegar

Neste ano, você pode pensar sobre a equação de carbono de sua árvore de Natal. Pode até substituir as antigas e frágeis luzes incandescentes por sequências de LEDs que oscilam verde e azul. Você pode dar de presente novas árvores plantadas nas margens de uma floresta tropical ou negociar serviços futuros com os amigos.

The New York Times |

Este pode ser o momento que redefinirá sua ideia de Natal completamente - para melhor ou para pior.

Se olhar fotos do Natal de 50 anos atrás (o que não é muito tempo) você poderá ver que a festa já foi simples. O que você queria para o Natal era uma lista limitada de possibilidades e geralmente ganhava a mais provável de suas opções, e outras coisas que sua mãe achava uteis. A intenção era mais ou menos a mesma de agora, mas as possibilidades eram muito menores.

Você pode encontrar caminhos para um novo e simplificado Natal este ano, mas este já foi o Natal tradicional. Na verdade, isso não significa nada alem de salvar o Natal da ideia de que o Natal irá nos salvar - que as compras que faremos nessa temporada manterão a economia ou nos darão a fluidez necessária para o próximo ano.

Na verdade, o Natal não precisa de ser salvo. Ele é tudo o que fazemos dele. E, sozinho, não pode nos salvar, apesar de ter os gestos de generosidade e gratidão que fazem surgir pessoas melhores, comunidades mais ricas. O Natal é ainda melhor por ser simples, nada além disso de um sonho vermelho diante de um campo nevado. Ele esta la todos os dias. A única diferença é que hoje o sentimos como Natal.

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