Editorial: Projeto de lei busca garantir assistência médica às vítimas do 11/09

Sete anos depois dos ataques terroristas que destruíram as torres do World Trade Center, está claro que muitos voluntários que responderam à crise e pessoas da comunidade local ainda sofrem efeitos colaterais por terem respirado poeira tóxica, fumaça e vapores. O que ainda não se sabe é como a nação irá tratar aqueles cujos problemas médicos ainda não surgiram.

The New York Times |

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Imediatamente depois dos ataques, as agências federais e estaduais, além de organizações privadas, passaram a oferecer recursos para cobrir as necessidades médicas e financeiras das famílias que perderam entes queridos e funcionários dos serviços de resgate que trabalharam nos entulhos. Estudos científicos mostram que, mesmo de dois a quatro anos depois do acontecido, as equipes de resgate e pessoas que moram ou trabalham na Baixa Manhattan (Lower Manhattan) sofrem altos níveis de problemas respiratórios, asma e desordem pós-traumática devido aos ataques.

Milhares de pessoas passaram por exames e foram tratadas pelos problemas encontrados.


Terreno antes ocupado pelo World Trade Center e onde está em construção o Marco Zero / AP

Agora o debate é sobre como oferecer este cuidado a todos os atingidos que vieram ao local de Estados distantes (e feridos da comunidade ao redor). Um grupo médico estima que os recursos atuais podem lidar com as mais de 10 mil pessoas expostas que buscaram tratamento nos centros designados pela cidade, mas isso pode não ser o suficiente conforme mais e mais pessoas descubram o programa ou uma doença decorrente daquela tragédia.

Um projeto de lei bipartidário dos membros nova-iorquinos da Casa de Representantes busca garantir que cada americano possivelmente doente devido à exposição a toxinas no Marco Zero tem direito ao tratamento médico caso adoeça. Além disso, essa lei busca facilitar 10 mil ou mais processos contra a cidade e seus representantes ao oferecer uma alternativa à compensação.

Mas a lei está parada nos comitês, em parte porque pode custar bilhões. Os líderes da Casa devem pressionar uma estimativa de custo e então acessar quanto do projeto poderá ser executado.

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