Disputa sobre símbolo da Cruz Vermelha chega ao fim

NOVA YORK - A Cruz Vermelha Americana e a companhia Johnson & Johnson anunciaram na terça-feira que chegaram a um acordo em relação a longa disputa pelo símbolo da marca registrada.

The New York Times |

Ambos os lados anunciaram o acordo um mês depois que o juiz Jed S. Rakoff da Corte Distrital de Manhattan rejeitou grande parte das alegações sobre a marca feitas pela J&J contra a organização humanitária.

Os termos do acordo não foram revelados, mas de acordo com uma declaração inclui um arranjo que garante o uso da cruz vermelha grega sobre um fundo branco por ambos os lados.

A Johnson & Johnson processou a Cruz Vermelha em agosto, alegando que a decisão da organização em usar o símbolo em produtos vendidos em lojas violava um acordo de longa data. Segundo esse acordo, a companhia usava a marca em produtos comercializados como Band-Aids enquanto a Cruz Vermelha o usava como símbolo de sua missão humanitária.

Mas no início de 2004, a Cruz Vermelha começou a licenciar o símbolo a outras companhias para uso comercial como parte do programa de arrecadação de fundos da organização. A J&J argumentou que a organização havia prometido não se envolver em atividades comerciais, de acordo com documentos legais.

No entanto, Rakoff decidiu que uma comissão constitucional havia dado à Cruz Vermelha o direito de usar o símbolo mesmo para questões comerciais.

Em uma declaração, o chefe executivo da J&J, William C. Weldon, afirmou que a companhia "entrou relutantemente com a ação legal apenas para proteger o que acredita ser uma questão importante de marca registrada".

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