Convenção partidária: pagando extra para ver o show

Procurando por ingressos extras para o evento organizado por Bruce Springsteen e Billy Joel para a campanha do senador Barack Obama, no dia 16 de outubro? Cuidado.

The New York Times |

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Nesta segunda, um site de revenda de ingressos, Ticketnetwork.com, estava vendendo um par de ingressos na seção 105, fileira K, do Hammerstein Ballroom (Salão de Bailes) em Nova York, por US$4.455 cada. E outro par na seção 203, fileira K, estava tabelado por US$ 1.679 cada. Mas a campanha de Obama disse na segunda que planejava checar a identificação na coleta de fundos e pedir que uma companhia de ingressos ajude a evitar negociações de ingressos impróprias.

Os ingressos mais caros à venda diretamente pela campanha de Obama ¿ ainda há alguns ¿ são US$ 10.000 nos assentos privados (lounge seats); assentos no balcão são US$ 500, o dinheiro irá para o caixa-forte da campanha e para o Comitê Nacional do Partido Democrata.

Então, é permitido revender ingressos vendidos diretamente para uma coleta de fundos para uma campanha política? Depende. Se os ingressos no site de revenda são de indivíduos ¿ como são muitos dos ingressos no Ticketnetwork, disse o executivo chefe, Don Vaccaro ¿ então, na maioria dos casos, está tudo bem.

Mas Kenneth A. Gross, advogado de finanças da campanha, do escritório de advocacia Skadden, Arps, disse que seria um problema para a empresa, caso a comissão de ingressos, comprasse o ingresso ou se algum dos empregados o comprasse e fosse reembolsado pela companhia ou por outra pessoa. Seria uma doação corporativa ilegal ou uma doação feita no nome de outra pessoa, o que também é proibido.

Por MICHAEL LUO

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