Associação médica estuda repatriação de imigrantes sem assistência nos EUA

Os delegados da Associação Médica Americana votaram na segunda-feira por um estudo sobre a deportação de pacientes imigrantes que não tenham assistência médica, uma prática que foi analisada pelo The New York Times recentemente.

New York Times |

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O grupo de médicos do país, durante um encontro em Orlando, Flórida, foi levado a debater o assunto pela Associação Médica da Califórnia, que votou em outubro contra a repatriação forçada de pacientes.

Os médicos da Califórnia agiram em resposta a um artigo recente do The New York Times sobre a a deportação de um guatemalteco com danos cerebrais por um hospital da Flórida.

Mas os delegados da organização nacional, ainda que expressando preocupação sobre a repatriação involuntária e o que eles chamaram de "alta inapropriada de pacientes", se recusaram a adotar uma posição antes de analisar as questões legais, financeiras e médicas envolvidas.

"Isso é muito complexo para que a reação seja uma sentença final", disse o Dr. Joseph Annis, um dos delegados da associação. "Há preocupações conflitantes aqui. De um lado temos os pacientes que não podem ser abandonados. Do outro, hospitais que precisam de soluções. Além disso, caso os cuidados com estes pacientes fossem pagos por alguma entidade, essas repatriações não aconteceriam e isso não seria um problema".

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