Ansiedade pela crise financeira impulsiona venda de remédios contra insônia nos EUA

Mais de um em cada quatro americanos dizem ter perdido o sono por causa da crise econômica - revirando-se na cama enquanto pensam em finanças pessoais, na economia, na segurança de seus empregos e nos custos da saúde.

The New York Times |

Estes é o resultado de uma pesquisa divulgada no mês passado pela Fundação Nacional do Sono, um grupo sem fins lucrativos financiado por fontes federais e particulares, que incluem cuidados com a saúde, como Merck, Wyeth e Johnson & Johnson, além de fabricantes de colchão como a Sealy.

Não é uma surpresa, então, que algumas pílulas para dormir tenham tido vendas maiores nos últimos meses.

No periodo de quatro semanas, que terminou no dia 22 de março, as vendas de Advil PM, remédio que combina o alívio da dor com a ajuda a dormir, aumentaram 16% em comparação ao mesmo período no ano passado. As vendas do Tylenol PM, principal analgésico e remédio para dormir, aumentaram 6% neste período.

De acordo com um relatório recente da empresa de pesquisas Packaged Facts, a idade do grupo mais inclinado a sofrer de insônia  é de pessoas de 55 a 64 anos, que podem sofrer de artrite ou outras doenças e estão 26% mais propensos do que o consumidor comum a comprar remédios que combinam o uso de analgésicos à ajuda para dormir.

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