Número de mortes por gripe no Chile chega a 21

Santiago do Chile, 6 jul (EFE).- O número de mortes em decorrência de gripe suína no Chile subiu hoje para 21, após a confirmação de mais duas vítimas fatais da doença, que já infectou 8.

EFE |

160 chilenos, informaram as autoridades sanitárias.

O Instituto de Saúde Pública (ISP) confirmou nesta segunda-feira a morte de uma mulher, que residia na cidade de Tomé, na região de Biobío, no sul do país, a 544 quilômetros ao sul de Santiago.

A mulher, que morreu no dia 4 de julho e sofria de diabetes e hipertensão arterial, foi internada no dia 19 de junho em um hospital na cidade de Talcahuano, com pneumonia grave.

"Apesar de estar se recuperando do quadro pneumônico, uma insuficiência renal aguda provavelmente provocou sua morte", explicou a secretária regional do Ministério da Saúde, Marta Werner.

A outra vítima, um homem de 52 anos, morreu hoje no Hospital Claudio Vicuña, na região de Valparaíso, a 120 quilômetros a noroeste da capital chilena.

O homem tinha uma doença pulmonar crônica e recebia tratamento por um linfoma, informou à imprensa local Dagoberto Duarte, diretor do Serviço de Saúde de Valparaíso.

"Os exames iniciais deram negativos, mas foi confirmado que ele tinha o vírus da gripe no domingo", acrescentou Duarte.

Segundo números oficiais do ISP, 78,9% das pessoas que foram infectadas pelo vírus da gripo já se recuperou, enquanto 17,3% estão sob tratamento.

O índice epidemiológico mostra que as crianças e jovens entre 5 e 19 anos foram os mais afetados e concentram 53% do total de casos confirmados.

O presidente do Agrupamento de Médicos de Atendimento Primário, Camilo Bass, fez estimativas hoje em declarações à "DNA Rádio" de que o número de contagiados pela gripe no país já chegou a meio milhão de pessoas.

Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE ng-frf/pd

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