Número de jovens alérgicos a comida cresceu 18% em 10 anos nos EUA

Washington, 22 out (EFE) - O número de crianças e jovens com alergia a comida ou de tipo digestivo nos Estados Unidos aumentou 18% em uma década e chegou a quase três milhões em 2007, informou hoje o Centro para Controle de Doenças (CDC, em inglês).

EFE |

No ano passado, aproximadamente 4% das pessoas com menos de 18 anos apresentaram alergia digestiva ou a algum tipo de alimentos, comparado com apenas 3,3% (2,3 milhões) em 1997.

O relatório descobriu que oito tipos de alimentos aparecem em 90% dessas alergias: leite, ovos, amendoim, nozes e outras frutas secas, peixes, mariscos, soja e trigo.

As reações a estes alimentos no alérgico vão desde uma sensação de formigamento em torno da boca e dos lábios à urticária e ainda à morte, dependendo da gravidade da reação.

"As crianças que têm alergias a alimentos têm de duas a quatro vezes mais probabilidades que as sem essas alergias de sofrer doenças relacionadas, como asma ou outras alergias", acrescentou o estudo.

O relatório descobriu que os meninos e meninas têm taxas similares de alergias a alimentos, com 3,8% para os meninos e 4,1% para as meninas.

Aproximadamente 4,7% das crianças com menos de 5 anos mostraram alergias a alimentos, comparado com 3,7% para os meninos e adolescentes de 5 a 17 anos, acrescentou o CDC.

Além disso, o estudo descobriu que os meninos hispânicos mostram índices mais baixos de alergia aos alimentos (3,1%) que os brancos não-hispânicos (4,1%) ou os negros não-hispânicos (4%).

"Em 2007, 29% das crianças com alergias a alimentos também informou de asma, comparado com 12% entre as crianças que não tinham alergias a comidas", assinalou o documento. EFE jab/db

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG