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O número de soldados americanos mortos no Iraque ficou em 12 no mês de julho, o menor desde a invasão do país pela coalizão liderada pelos Estados Unidos em 2003. As Forças Armadas americanas anunciaram a 12ª morte na quinta-feira.

Trata-se de um soldado que estava na Província de Nineveh, no norte do Iraque, e morreu em um incidente não relacionado a combates.

Das mortes em julho, apenas cinco foram em "incidentes hostis".

Mais de 4 mil soldados americanos morreram no Iraque desde a invasão. Já houve meses em que mais de 120 soldados americanos morreram no país asiático.

Cálculos recentes sugerem que o número de mortes tem caído também entre os iraquianos.

Escalada
A redução no número de mortes ocorre em meio a vários fatores, como a escalada na presença das forças americanas no Iraque, o cessar-fogo estabelecido por militantes xiitas e os esforços de sunitas para banir extremistas islâmicos.

As forças iraquianas vêm assumindo maior responsabilidade na segurança do país.

Na quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou a redução do período de permanência de cada soldado americano destacado para atuar no Iraque de 15 meses para um ano.

Segundo Bush, essa redução foi possível graças às melhores condições de segurança no Iraque.

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