Novos confrontos deixam 13 mortos na Nigéria

menos 13 pessoas morreram em novos confrontos na Nigéria, disse nesta quarta-feira Gregory Yenlong, comissário de Informação do Estado de Plateau, na região central do país.

EFE |

Segundo Yenlong, a suspeita é de que os agressores sejam pastores muçulmanos que atacaram a comunidade de Riyom, nos arredores de Jos, formada em sua maioria por agricultores cristãos, por volta das 1h local (21h de terça-feira de Brasília).

A Polícia do Estado de Plateau, cuja capital é Jos, disse que vai enviar uma equipe para região para confirmar as informações.

Os últimos massacres em três comunidades de maioria cristã da região, que também sofreram ataques de pastores nômades muçulmanos no último dia 7, deixaram mais de 500 mortos, a maioria mulheres e crianças, segundo as autoridades de Plateau. Entretanto, a polícia assegura que foram apenas 109.

Segundo declarações de autoridades e envolvidos, o massacre de 7 de março foi uma vingança pela morte de 326 pessoas, a maioria muçulmanas, em Jos no mês de janeiro.

Analistas locais consideram que a rivalidade entre pastores nômades que buscam terras para seu gado e agricultores é a principal causa dos confrontos, acima de possíveis motivações étnicas e religiosas.

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