Novos combates na Nigéria deixam 30 mortos nesta quarta

Trinta pessoas morreram nesta quarta-feira no estado de Yobe, norte da Nigéria, nos enfrentamentos entre as forças de segurança e as milícias islamitas radicais que se prolongam desde doming passado.

Redação com agências internacionais |

Na véspera, as autoridades nigerianas anunciaram ter lançado o ataque final contra a residência do chefe dos radicais islâmicos pró-talibã que atuam no norte do país, depois de três dias de combates que deixaram pelo menos 260 mortos.

Pouco antes de viajar para o Brasil, o presidente da Nigéria, Umaru Yar'Adua, afirmou que a situação estava "sob controle" no norte do país.

Combates violentos

Desde domingo, as forças de segurança combatem violentamente no norte da Nigéria membros de uma seita islâmica que se apresenta como Boko Haram que significa "Educação é proibida". O grupo luta pela implantação de um regime islâmico em todo o país.

A população local também se refere ao Boko Haram como "Taleban", embora não existam laços conhecidos entre os nigerianos e os milicianos do Afeganistão.

A lei islâmica, a Sharia, vigora no norte do país, mas não há histórico de violência ligada à Al-Qaeda na Nigéria. A população nigeriana, de cerca de 150 milhões de pessoas, é dividida quase que igualmente entre muçulmanos e cristãos e os dois grupos convivem de forma pacífica, apesar dos episódios ocasionais de violência.

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