Novo Governo belga faz juramento para fechar crise política

Bruxelas, 30 dez (EFE).- A posse do novo Governo belga fechou com certa rapidez a última crise política do país, embora o novo Executivo ainda vá enfrentar o desafio de conseguir fazer aquilo que não pôde o anterior, especialmente na complicada reforma do Estado.

EFE |

Os membros do novo Governo, liderado pelo democrata-cristão flamengo Herman Van Rompuy, juraram hoje seus cargos perante o rei Alberto II, cumprindo o objetivo de iniciar o Executivo antes do fim de ano.

À frente dos membros de seu Gabinete, Van Rompuy foi o primeiro a jurar o cargo no Palácio Real de Laeken, e o fez nas três línguas oficiais do país (holandês, francês e alemão).

Os cinco partidos que compõem a coalizão fecharam hoje o acordo para manter o programa do Executivo anterior e a repartição de equilíbrio entre formações, evitou longas discussões que complicassem a crise política, algo que o país queria evitar após os nove meses que custou para formar a atual coalizão.

Finalmente, o novo Governo tem só quatro caras novas, incluindo a do primeiro-ministro.

Após uma foto de família com o rei, se realizou um primeiro Conselho de Ministros e Van Rompuy deve apresentar amanhã o programa de Governo ao Parlamento, onde o respaldo está garantido graças à grande maioria de que dispõem os partidos da coalizão.

Além de Van Rompuy que substitui Yves Leterme, que renunciara, há novos ministros de Justiça, cujo anterior, Jo Vandeurzen, também renunciou como conseqüência do escândalo, e em Empresas Públicas, pois a ministra Inge Vervotte solidarizou-se com seus correligionários.

A quarta mudança refere-se à pasta do Interior, necessária porque Patrick Dewael substituirá Van Rompuy como presidente da Câmara dos Deputados. EFE rcf/jp

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