Nove vítimas de atropelamento na Holanda continuam internadas

BRUXELAS - Nove das pessoas que ficaram feridas ontem após terem sido atropeladas durante o desfile da família real holandesa na cidade de Apeldoorn continuam hospitalizadas e duas delas, um homem e uma mulher, permanecem em estado grave.

EFE |


Carro atingiu cerca de 14 pessoas durante passagem da família real / AFP

Citado pela emissora pública de televisão holandesa "NOS", O prefeito de Apeldoorn, Fred de Graaf, informou em entrevista coletiva que outros dois feridos receberam alta hoje.

O ataque foi perpetrado durante as comemorações do Dia da Rainha pelo holandês Karst T., de 38 anos, e provocou a morte de seis pessoas, incluindo o agressor, que faleceu ontem à noite em um hospital. Além disso, 11 pessoas ficaram feridas.

O homem furou o cordão de segurança organizado para a passagem da comitiva real e atropelou parte do público. Em seguida, colidiu contra um monumento.

A rainha Beatrix, homenageada do dia, e outros membros da família real holandesa presenciaram o fato a poucos metros de distância.

As autoridades holandesas estão avaliando se a monarca e sua família participarão neste ano dos atos comemorativos do Dia da Libertação do país, nos próximos dias 4 e 5, depois da tentativa de atentado sofrida ontem.

A Holanda celebra anualmente o fim da ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial, formalizada em 5 de maio de 1945 na cidade de Wageningen, onde ocorre um desfile que constuma contar com a presença dos herdeiros do trono holandês.

Os festejos do Dia da Rainha, que são muito populares em toda a Holanda, foram suspensos na maioria das cidades onde ocorreriam neste ano.

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