Nove de 15 israelenses seqüestrados em ilha atlântica são liberados

Nove dos 15 funcionários israelenses de uma empresa de construção em uma ilha do arquipélago Turks e Caicos, no Atlântico Norte, seqüestrados por 300 operários chineses, foram liberados, indicou nesta quinta-feira um porta-voz israelense.

AFP |

"Nove israelenses puderam deixar o edifício onde estavam detidos para serem levados até o porto de uma das ilhas do arquipélago Turks e Caicos, enquanto outros seis ainda permanecem no interior do prédio, vigiados por operários chineses", informou à AFP Aviv Sharon, porta-voz do ministério das Relações Exteriores de Israel.

"Esperamos uma resolução rápida deste caso", acrescentou o porta-voz.

Ainda de acordo com Sharon, os operários seqüestraram os israelenses para protestar contra o pagamento obrigatório de 15.000 dólares a intermediários para serem contratados.

"Mas o projeto imobiliário que deveria empregá-los durante um período longo o suficiente para permitir a recuperação de seus gastos e, conseqüentemente, seus lucros, foi interrompido devido à quebra do banco americano que financiava a obra", explicou o porta-voz.

Os operários chineses trabalham para a companhia israelense Ashstrom, encarregada da construção de um complexo turístico de luxo na ilha de West Caicos.

O porta-voz destacou que a companhia "não é responsável pela situação dos operários chineses".

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