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Nova-iorquinos acompanham processo eleitoral em telões na Times Square

Nova York, 4 nov (EFE).- Muitos nova-iorquinos e turistas acompanham hoje o processo eleitoral americano por meio de telões posicionados em Times Square e nas sedes das principais emissoras de TV nacionais, a maioria delas localizadas na Big Apple.

EFE |

As regiões cêntricas de Times Square e Rockefeller Plaza, hoje chamada de "Praça das Eleições", foram escolhidas por muitos meios de comunicação para servir de pano de fundo para transmissões de TV em Manhattan.

A rede "ABC News" colocou em plena Broadway, onde fica a conhecida praça, um enorme telão pelo qual é possível acompanhar o processo eleitoral até o anúncio do vencedor na disputa pela Casa Branca.

Algo similar fizeram "CBS" e "CNN", que também têm grandes telões exibindo sua programação dedicada ao pleito e que divulgarão os resultados da disputa tão logo venham a ser anunciados.

Outra rede de TV americana, a "NBC", colocou dois telões ao redor do edifício Rockefeller, de onde turistas e nova-iorquinos acompanham as informações do processo eleitoral com atenção.

Além disso, a "NBC" pôs na tradicional pista de gelo que fica na parte externa desse edifício um grande mapa digital dos Estados Unidos e que, à medida que forem sendo divulgados os resultados, acenderão luzes azuis ou vermelhas em cada estado, em função do ganhador.

A imprensa escrita, por sua vez, não deixou de sugerir aos eleitores que em vez de passarem esta terça-feira colados ao televisor, saiam às ruas e compareçam a bares, por exemplo, para participarem da festa eleitoral.

Nos arredores desses locais não faltam pessoas disfarçadas de burro ou de elefante, os mascotes dos Partidos Democrata e Republicano, respectivamente. Os fantasiados cumprimentam os transeuntes e encorajam os eleitores que não votaram para que o façam.

Além disso, organizações como a The Responsability Project, da seguradora Liberty Mutual, encoraja os eleitores a refletirem sobre o valor do voto e a atuarem com responsabilidade, utilizando cartazes que lembram que "a democracia não pode esperar".

Também não faltam aqueles que dão um toque de humor à jornada eleitoral, como jovens que com cartazes da empresa que comercializa caixas de preservativos e camisetas com os rostos dos dois principais candidatos à Casa Branca se situaram na Rockefeller Plaza.

"Velho, mas não caduco", dizia o cartaz dos que faziam propaganda dos preservativos McCain, e "Esperança não é uma forma de proteção", defendiam os que vendiam os de Obama.

Também foi anunciado hoje que um dos congressistas nova-iorquinos, o democrata Steve Israel, propõe que as futuras eleições nos EUA sejam realizadas durante os dois dias do fim de semana, e não às terças-feiras.

O congressista argumenta que "um de cada quatro eleitores não pode ir votar porque terças-feiras são dias pouco convenientes".

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, se mostrou impressionado pelas longas filas registradas nos colégios eleitorais da cidade, considerada reduto democratas.

Nova York tem 1.351 colégios eleitorais divididos por seus cinco distritos, e em quase todos eles ocorreram atrasos para que os eleitores depositassem as cédulas de votação.

No estado vizinho de Nova Jersey foi registrado algo similar. O governador do estado, o democrata Jon Corzine, foi um dos que mais esperaram para depositar sua cédula na urna.

Corzine, que votou na cidade de Hoboken, "teve de esperar mais de uma hora e meia para poder votar", afirmou à Agência Efe um porta-voz do dirigente, que, pacientemente, como qualquer outro cidadão, se pôs a ler um jornal e esperou sua vez no colégio eleitoral.

O governador "não quis passar as outras pessoas que já estavam na fila", completou o porta-voz. EFE emm/fr

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