Norte-americana presa por terrorismo no Peru volta aos EUA

Beneficiada com liberdade condicional, ela voltou ao país onde estudava no MIT para vistar a família e mostrar o filho de dois ano

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A nova-iorquina Lori Berenson, que passou 15 anos em prisões peruanas por ajudar insurgentes marxistas, voltou nesta terça-feira aos Estados Unidos pela primeira vez desde que foi detida em 1995. Aos 42 anos e mãe de um menino de dois anos, foi beneficiada com a liberdade condicional no ano passado, após cumprir três quartos da sua pena de 20 anos.

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Após 15 anos presa no Peru, Lori Berenson desembarca volta pela primeira vez nos EUA com o filho no carrinho de bebê
Ela desembarcou na companhia do filho, Salvador Apari, no aeroporto Newark, nos arredores de Nova York. Escoltada por policiais, foi cumprimentada pela mãe, Rhoda, e não falou com a imprensa.

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Lori Berenson é em audiência em Lima, no Peru
"Este não é um momento político para nós. É um momento para parentes e amigos", disse a mãe. "Todos estão entusiasmados por conhecerem Salvador, ele será o centro das atenções. Salvador balbucia palavras em ambas as línguas."

Berenson deveria ter viajado na sexta-feira, mas houve atraso devido à falta de uma autorização do governo peruano. Ela precisará voltar ao Peru até 11 de janeiro.

Promotores criticaram a viagem dela, dizendo que não haverá garantias de que ela regressará - embora os dois países mantenham tratado de extradição.

Berenson era aluna do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) quando passou a militar em causas sociais latino-americanas. Há 16 anos, ela foi retirada de um ônibus em Lima e acusada de pertencer à guerrilha urbana Movimento Revolucionário Tupac Amaru.

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