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Navio americano Gunston começa distribuir ajuda humanitária no Haiti

Washington, 19 jan (EFE).- A tripulação da embarcação USS Gunston Hall (LSD 44) começou hoje a entregar socorro e assistência à população de Haiti na operação resposta unificada das Forças Armadas americanas.

EFE |

O "Gunston Hall", que chegou ontem ao Haiti, mede 190 metros de comprimento e tem capacidade para transportar entre 400 e 500 soldados da Infantaria da Marinha.

Atracado próximo do litoral de Killick, a embarcação enviou hoje a terra barcos menores carregados de pessoal e provisões para erguer uma clínica, informou o Comando Sul americano.

O navio transporta arroz, macarrão, água e outros produtos, além de materiais médicos para as organizações que estão prestando assistência, avaliado em US$ 20 mil.

Nessa região funciona há dias uma unidade da Guarda Costeira americana que esteve atendendo aos desabrigados pelo terremoto.

Entre os materiais que deixaram estavam termômetros, lâmpadas cirúrgicas, seringas, remédios e ataduras.

Os militares americanos também ajudaram a organizar uma farmácia e fizeram algumas tarefas para melhorar a situação dos pacientes neste centro.

Estava previsto que o "Gunston Hall" partisse em direção à África para participar da iniciativa internacional para melhorar a segurança marítima no litoral de África Ocidental, mas adiou sua missão para somar-se às tarefas de apoio no Haiti.

O terremoto de 7 graus na escala Richter ocorreu às 19h53 (Brasília) da terça-feira passada e teve epicentro a 15 quilômetros da capital haitiana, Porto Príncipe.

Segundo declarações à Agência Efe, o primeiro-ministro do Haiti, Jean Max Bellerive, acredita que o número de mortos superará 100 mil.

Conforme o Exército brasileiro, pelo menos 17 militares do país que participavam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.

A médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti, também morreram no tremor. EFE elv/dm

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